terça-feira, 18 de setembro de 2012

GENTLEMAN START YOUR ENGINES

Que é o mesmo que dizer vamos lá então pedalar.
 
Passadas que estão as férias é agora tempo de dar ao chinelo, por isso entenda-se, dar ao pedal…

Foi o que fiz no passado sábado na companhia do amigo Abel. Uma voltita higiénica só para ver se ainda sabia-mos andar de bicicleta, logo não tem muito para contar. A nível de paisagens tá tudo negro, para não destoar com o estado da nossa nação, mas não vamos falar sobre isso.

Em relação ao resto, como já referi, não há muito para falar. Começamos a pedalar às 07:30, pela fresca e às 10:15 tinha-mos a coisa resolvida, ficam para a história 32 kms e uma passagem pelo maravilhoso single track do Monte Redondo/Salgueiro.
 
As fotos.





Sábado há mais, até lá...

Vamos ver se entretanto aparece um pouco de inspiração para escrever.

domingo, 15 de julho de 2012

DOMINGO, DIA SANTO…

Para uns, para outros é frequentemente conhecido como dia de empeno… eu estou no grupo dos outros.


Este domingo assim foi. O amigo Marcos ligou-me na 5ª feira. Na impossibilidade de ir ao III Raid Rota Real ao Piódão, organizado pelo Clube Arganil BTT Serra do Açor, que se realizou no dia 14 de Julho, ontem, propôs-me irmos lá (ao Piódão, entenda-se) hoje, domingo. Ora como não gosto de dizer não a um bom desafio e como também não podia ir no sábado, prontamente assenti, ainda por cima, tinha um belo aliciante, percorrer o single track que liga o Piódão a Foz D’Égua.

Chega então domingo, às 07:30, hora marcada, comparecerem Je, o Marcos e o Ramiróvski – o homem da assistência em viagem, também conhecido por Ramiro. Era suposto aparecer também o João, mas à hora marcada não estava lá. Pedalemos então…


O itinerário foi simples, Mancelavisa, Alqueve, Sardal, Enxudro, etc… num saltito estava-mos no Piódão. Pelo caminho ficaram uns quantos dedos de conversa e umas paisagens fantásticas.







A chegar ao Piódão quem liga? O João.
Diálogo:
Mateus: Ê pá, já passa um bocadito das 07:30.
João: Mas eu também estou a andar de bicicleta… onde é que vocês estão?
Mateus: A chegar ao Piódão.
João: Eu e Miguel estamos nas eólicas, já aí vamos ter. 


Diálogo terminado, continuámos a percorrer o belo do single track que acaba mesmo dentro da bela povoação (já estou farto de dizer Piódão). Já lá dentro foi tempo de retemperar forças com a bela da bejeca, meia dúzia de beijos no gargalo (isto não soa nada bem) e eis que chegam mais dois elementos para juntar ao três caramelos já estabelecidos e atenção quando eu digo caramelos estou a referir-me a produto de qualidade, tipo werther's original, eu já explico porquê…






Mais uns quantos dedos de conversa e as garrafas estão no fim, é tempo de pedalar, é tempo de percorrer o nosso principal objetivo O CARREIRO DE FOZ D’ÉGUA, fantástico e mais um porradão de adjetivos. Do melhor, e ainda melhor, a meio o Ramiro furou. É então aqui que se desenvolve a teoria do Caramelo. Então notem, os três da vida airada que zarparam de Arganil, rumo à bela localidade (não, não fomos para Oeiras), fizeram-se ao monte sem ferramentas, mais importante, sem câmaras-de-ar, apenas munidos (o Marcos) de uma bomba e uma caixa de remendos. Ora querem melhor receita para a desgraça, não há. E o Piódão é já ali a virar da esquina. E não é que sensivelmente a meio do carreiro o Ramiro fura, se não calha a juntarem-se a nós o João e o Miguel estávamos f…, lixados.




Muda a borracha (os nossos recém chegados companheiros tinham, cada um, sua câmara de ar), dizia eu, muda a borracha e toca a andar. Mais uma vez, caramelos, agora daqueles que têm pinhões… a câmara que estava no pneu tinha gel, o pneu estava cravado com espinhos, ninguém se lembrou de ver o $$%&&/&%$# do pneu, tal era a pressa… Escusado será dizer que quando acabamos o carreiro, passamos uma bela ponte, atravessámos a bela localidade de Foz D’égua e o Ramiro estava com o aro a roçar o chão. BOA







Põe mais uma câmara, agora vimos o pneu, tirámos os espinhos e vai de dar ar, e não é que o pneu não enchia. A câmara que o Miguel trazia já vinha furada, olha que isto está a correr tão bem. Saca da caixa de remendos do Marcos, e não é que só tinha remendos… a cola ficou em casa. Olha, olha, agora é que isto tá bom, então notem:

- Localização: Foz D’Égua
- Distância: +/- 40 Kms de casa
- Hora: já passava das 12:00


Afinal estávamos mesmo f…lixados, como se tudo isto não chegasse, não havia rede de telemóvel J. Nesta situação não havia muito a fazer, deixámos o Ramiro para trás e viemos embora J. Pode parecer brutal e insensível, mas logo que apanhei rede liguei à Lucinda (assistência em viagem do Ramiro), depois de lhe explicar a situação ela lá concordou em vir buscar o marido, não sem antes dizer uma grande verdade “se ele ficasse em casa é que fazia bem”, o que me levou a murmurar para com os meus botões, ele e eu… 


E assim acabou a aventura, daqui para a frente e com o amigo sol a apertar tudo se resume a uma breve (tava a ver que nunca mais chegava) viagem até casa, onde cheguei com 88 kms e quase 2000 metros de desnível acumulados, rico empeno, vou mas é começar a ir à missa.



THE END

NOTA: Agora a nova temporada de BTT só começa para Setembro, até lá.

terça-feira, 3 de julho de 2012

ENQUANTO PASSA 1 MÊS

O tempo é de facto uma ilusão… Porquê, perguntam vocês. 

Ora então vejam bem o que vos conto…Ainda há pouco tempo estava a atualizar o blog com a firme convicção de prosseguir habitualmente com o relato dos passeios domingueiros de BTT. Domingueiros e não só. 

Depois do último relato e com algum tempo para curar a deceção causada pelas P O R C A S J, chegou quinta-feira dia 07 de junho e com ela uma agradável volta de feriado. Iniciada bem cedinho (sete horas da matina) juntamente com o Carlos e o Abel (abelhas), ainda apanhámos uma chuvita, razão pela qual não tirei fotos… mentira, não tirei fotos porque me dá uma seca de morte, logo não existem provas, mas é verdade que fomos andar, podem perguntar ao Miguel e ao Zé, eles também apareceram. 

No dia seguinte mais um dia que motivou relato, o Nocturno organizado aqui pela malta do BTT Serra do Açor, inserido na feira das freguesias do concelho de Arganil. Uma noite muito bem passada!

Só tirei fotos do inicio... depois estava de noite.






Como estava a dizer mais um bom motivo para crónica, não fosse ter precisado de quase duas semanas para me recompor dos trauliteiros de aguardente que enfardei na representação da freguesia de Folques. Só não foi pior, porque quando de lá saí, já com o conta rotações colado no “red line”, em direção ao estaminé da freguesia da Benfeita para “buber” serradura (então aí é que a barraca ficava bem enfeitada), a dita serradura já tinha acabado. Há males que vêm por bem e já todo torcido lá rumei a casa em cima da minha burra. Se os senhores da guarda me mandassem soprar no balão, matava o desgraçado com o bafo, deus me livre… 

Com tudo isto quase não voltei a pegar na bicicleta e eis que chega o fim-de-semana das 24 horas de BTT de Coruche. 

Assim foi, nesta 6ª feira zarpei em direção a Coimbra onde pernoitei para no sábado, cedinho (era suposto sairmos às 08:30! Às 09:00 ainda andávamos pela Zouparria, estava a começar bem… adiante), juntamente com o pessoal do BTT Aventura e Desporto rumar à bela localidade de Coruche. Já lá tinha estado há 2 anos a solo com o Filipe, desta vez íamos mais (8 maduros e 1 madurito). A saber, Eu, o Trigo, Zé Carlos, Filipe, Nuno (Maçã), Manel, Rodrigo, Zé Tó e o Joãozito, ainda lá apareceu o ressabiado do Paulo (530 Kv). 

Rica comandita! Chegámos por volta das 11:30 e logo nos fizemos notar, 1º pelo barulho, parecem os ciganos a vender meias na feira do bairro Norton de Matos ao sábado, e como bons ciganos, que sítio melhor para armar a barraca se não de baixo do belo do viaduto. 

Estávamos lá p’raí há uns 15 segundos e já o Zé Tó estava a acender as brasas no fogareiro e saca das febras e entremeadas e do pão e das minis e do vinho (credo o vinho) e são quase horas para começar a rolar e já o dito vinho marrava forte e feio! Ainda bem que passávamos pela arena… 

O resto resume-se a 24 horas de boa disposição, fantástico convívio, tudo de bom que se pode passar com um fantástico grupo de amigos. Ficam na retina as boas classificações que as nossas equipas fizeram, especialmente a minha J (6º lugar em equipas de 4), tudo graças à minha fantástica prestação, sim, verdade, mesmo, mesmo…

Se não fosse eu a andar mais devagar o Zé Carlos, o Trigo e o Filipe não conseguiam descansar convenientemente… à pois é. 

Como o que é bom tem uma terrível tendência a acabar depressa, o domingo chegou num instantinho e com ele o fim da aventura. Tempo ainda para ir a Almeirim estraçalhar umas valentes conchas de sopa da pedra e volta para casa que já é tarde…

Agora tenho de arranjar fotografias, mais uma vez não tirei nenhuma, só para variar, e tenho de dormir. Que é o que vou fazer. Boa noite.

domingo, 3 de junho de 2012

P O R C A S …

Mais uma crónica, não é dos bons malandros, mas anda lá por perto.

Hoje tivemos mais um magnífico dia para pedalar (são todos), à hora combinada, 07:50, o amigo Carlos estava em minha casa, tempo para dar uns últimos retoques na bike e daí para o Intermarché (tenho de falar com o David, dono do Intermarché cá da terra, sobre esta publicidade gratuita, adiante) foi um saltito. À hora marcada lá estávamos nós, mais ninguém, a coisa prometia…

Passados uns breves instantes chega o Catarino e numa questão de segundos debita uma quantidade monstruosa de informação que para processar me ia queimando o disco rígido, e não aparecia mais ninguém.

É então que chegam os restantes participantes, a sair de Arganil, sim porque à rotunda dos Aquinos (mais publicidade) foram ter o Ramiro (carpintaria Forma Perfeita) e o Abel (Casa do Apicultor) pumbas mais publicidade, agora tenho também de falar da loja de artigos informáticos do Marcos (Fix) e da empresa de carroçarias do José Cunha (Cunfil). OK já chega de publicidade gratuita, para a próxima têm de pagar, com isto tudo perdi-me…



Ora então, saímos de Arganil com o objetivo de ir percorrer os trilhos da maratona de Tábua. Assim foi, em Espariz juntaram-se os ilustres já referidos e um pouco mais à frente entrámos no trilho da dita maratona. Antes disso tivemos de dar um jeito na bike do Ramiro, isto porque na troca do “drop out” montou o desviador ao contrário (quase).


As 3 horas que se seguiram têm pouco que se lhes diga, acho que 3 horas de puro BTT por trilhos que em certos sítios são tão bons que até metem nojo, serve para descrever o que se passou. Fantástico, o pessoal da Associação MK Máquinas de Tábua está de parabéns.







3 Horas, disse bem, como saímos de Arganil já passava das 8, entrámos nos trilhos por volta das 9, mais 3 dá 12 (eu a fazer contas sou um assombro, e a andar de bicicleta, ui…). 12 horas, meio dia, à hora a que eu devia chegar a casa, estava a chegar a Tábua. Bonito, já estava a ver o rolo da massa…

Nisto era então hora de rumar a casa, bota por alcatrão, já quase sem som nem imagem e é então que 4 indivíduos se deixam ficar para trás, olha estes estão a bater-se à carrinha do Ramiro, OK tudo bem, lá segui com o Carlos, Nuno, Zé Cunha e Catarino, estes 2 mais à frente. Os homens da carrinha passaram por nós a chegar ao cruzamento da Estrada da Beira, todos contentes, rabinho tremido, sentados ao colo uns dos outros, PORCAS…

Pedalámos então, e num ritmo alucinante, ou não, colocamo-nos em Arganil. Passámos pelo Zé Cunha e pelo Catarino que estavam a buber uma fresquinha no Mendes. Não há tempo para parar, tenho de ir para casa, passámos pelas Secarias, vira para a Alagoa e aqui já só ia eu e o Carlos, quando para minha grande admiração e perplexidade e espanto e assombro, a carrinha do Ramiro estava parada à porta da casa do Abel. Mais uma vez, PORCAS, quer dizer… e nem convidam… um gaijo quase a morrer de sede e cansaço e suas excelências, a… deixa. PORCAS

Vou-me embora, estou chateado.


Venha agora o passeio noturno do Clube Arganil BTT Serra do Açor, é já no dia 8, à noite (esta não é da minha autoria)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O REGRESSO (PARTE II)

Ora cá estamos de novo, como já não andava de bicicleta e não atualizava o blog há algum tempo, hoje decidi mandar a bicicleta para as urtigas, o problema foi ter ido junto com ela… 

Mas vamos começar pelo início. Já há algum tempo que andava para fazer o single track da Benfeita, como nunca o tinha feito decidi ser hoje o dia mais indicado, não era…


Saí bem cedinho, numa de contemplação, eu e a serra, a ver se tinha alguma espécie de epifania que ajudasse este país a sair da crise. E não é que passados alguns quilómetros me deu uma daquelas vontades de defecar que me ia borrando todo. Está visto estamos mesmo na merda não há nada a fazer…




Adiante, fiz a parte inicial da V Maratona de Arganil, que se realizou no dia 06 de Março de 2012, até à Selada D’Eiras, daí rumei à casa do PPD para depois descer até ao Sardal e mais abaixo aos Pardieiros e mais abaixo, ainda (estava bastante alto, como devem imaginar), por um carreiro maravilhoso inserido nas Rotas do Xisto, até o single track que o nosso pessoal do Clube Arganil BTT Serra do Açor tinha aberto para a dita maratona.

 Ora o pessoal, de facto, abriu o caminho, o problema é que depois da maratona não passou lá mais ninguém, e choveu (bastante), e passa lá um riacho, e aquilo estava tudo alagado, e é aqui que aparece o dito urtigal, parecia uma seara verdejante, espetáculo.

Se bem se lembram fartei-me de descer, já não era muito cedo e não me apetecia voltar para trás, pensei (1º grande erro) isto com jeito dá para passar, avancei (2º grande erro, este foi mesmo muito grande)…

Já passaram algumas horas desde o acontecimento e ainda tenho as pernas a latejar, que grande estúpido, se isto fizer bem a alguma coisa, de certeza que nunca irei padecer dessa coisa… fosca-se…

Como as coisas já estavam a correr tão bem, desorientado e em sofrimento desentendi-me com o GPS e perdi-me, sem comentários, quando pensava que as coisas não podiam piorar dou comigo com a bicicleta às costas por socalcos que já não são cultivados há séculos. Algo positivo, deu para coçar as pernas.

Depois de alguns metros e muitos impropérios lá consegui pôr a burra em cima do track e num instantinho estava na Benfeita, daí para casa foi um tirinho. Agora é tempo de lamber as feridas e fazer um apontamento mental, quando vires um campo cheio de urtigas volta para trás.


domingo, 12 de fevereiro de 2012

O REGRESSO

Não é da Múmia, mas está lá quase…  
Durante o tempo que passou não definhei como as múmias, enfinhei (que o contrario de definhar, se não é passa a ser). 
É verdade voltei ao “metier”, que é como quem diz, voltei a andar de bicicleta. Volvidos que estão quase 3 meses, uma mudança de emprego, o nascimento de mais uma filha, quase 100 quilogramas de peso corporal, isto sem contar com a virilidade, é claro, senão iria p’raí pós 200 e picos, adiante…

Que belo dia esteve para voltar a montar na “burra”, temperatura amena, sol maravilhoso (só a parte do sol é verdadeira), em suma o ideal…



Apareceram à chamada Eu, o Zé Cunha, o Simões (Abel), o Ramiro e o Plesidente (Zé Costa), para onde vamos? (já tinha saudades da pergunta… sôdade, sôdade…)


Era suposto irmos à Benfeita, com passagem por um copo de serradura nas Luadas, eu no entanto, dado a minha apurada forma física e a imposição de estar em casa às 11h00, não deveria ir muito longe. 
Bota para o caminho em direcção à Mancelavisa, depois Alqueve e já à beira do esgotamento estava por cima da Esculca… OK tá na hora (eram 10 da manhã) tenho de ir para casa… sem comentários. Ainda assim consegui arranjar companhia, o Zé Costa também tinha de regressar.



Tivemos tempo, ainda, para ir ver o bonito serviço que os madeireiros (sou obrigado a generalizar porque não sei quem foi) fizeram ao carreiro que limpámos há 2 anos atrás entre a Esculca e o Alqueve, uma vergonha… não pedimos para limpar nada que esteja sujo, pedimos só que tenham a dignidade de deixar as coisas como as encontram, poderia tecer mais comentários, juntar uns palavrões, mas é melhor não. Esta pequena incursão valeu, para além do repugno, umas valentes riscadelas nos cromados.




Saídos do carreiro foi um tirinho até Arganil e às 11h00 (a hora marcada) estava em casa.
Vamos lá ver se para a semana há mais… até lá.

Nota: este texto está escrito segundo as regras do antigo acordo ortográfico.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O FIM DE UM FERIADO

QUINTA-FEIRA 01-12-2011
Pois é, não sei se foi o último feriado que comemorámos no dia 01 de Dezembro, tenho no entanto certeza que o single track que fomos percorrer é possivelmente dos melhores que percorri até hoje.
Quando saímos do local de encontro já levávamos a rota traçada, ou seja, subir à Selada D’eiras (cada vez gosto menos da p… da subida), descer ao Caratão, Teixeira e, de repente, estávamos nas Relvas (dito assim até parece fácil), localidade que marca o inicio do carreiro.








Breves instantes para dar com o início da coisa e lá estávamos nós, que maravilha, que beleza, que grande mer… o filho da p… do xisto húmido (hoje estou muito asneirento). Mas é verdade, aquilo tudo sequinho, arrisco-me a dizer que é quase todo ciclável, vá lá 90 %.









É muito bom, então a parte final, que descida brutal… e ainda por cima acaba junto a uma tangerineira, do melhor.
O problema, como sempre, é sair dali. Mais uma vez soltou-se a parede. Tem sido assim todos os fins-de-semana, neste, em 45 kms, conseguimos fazer 1400 metros de desnível acumulado. Estou a ficar velho para isto, tenho de ir andar de bicicleta para a ciclo via da Tocha…

Adiante, como para chegar a casa temos mesmo de subir, não adianta nada estar a queixar-me, é pedalar e calar, até porque a seguir a uma subida, normalmente, vem uma descida e que descida. É verdade que a subir existem algumas diferenças de andamento, agora a descer… upa, upa, parece o fim do mundo, mas chegamos todos ao mesmo tempo e até ver inteiros... até ver.
Ainda tivemos para conhecer mais um carreiro novo à beira da ribeira de Folques, muito fixe.
Este fim-de-semana o meu Samu tem estágio de karaté, por isso não há BTT. Visto isto e com a eminente chegada da minha Simone, se calhar bicicleta só para o próximo ano.
A ver vamos (como diz o cego)...