terça-feira, 8 de novembro de 2011

IX RALLY B. V. ARGANIL

Domingo 06/11/2011

Este domingo fomos ver o rally e… está tudo dito.









Bom… quase tudo, ainda deu para fazer uns quilometrozitos, coisa pouca, só mesmo para desentorpecer as pernas.
À hora da chamada compareceram eu, os “Abeis” (Costa e Simões), o Diogo e o amigo Vítor Reis (decidiu tirar as teias de aranha à velhinha Proflex).
Onde vamos?
Vamos ver o rally.
Por onde subimos (é sempre as questão que se coloca)?
Ora aqui é que as coisas podiam ter animado… isto porque havia a sugestão de ir fazer a maratona dos 40 kms de 2011… mas não, quando chegamos ao cimo do Casal, depois de passar pela Nogueira e de lá deixar uma subidazita atravessada na garganta (coisa para teimosos), decidimos subir ao marco da Aveleira.









Deu ainda tempo para andar a partir pedra no aceiro que antecede o marco geodésico e daqui para a frente foi descer ao cruzamento da Aveleira, quase em cima da hora, para ver as primeiras passagens e daí descer por alcatrão pela Lomba. E que descida, ia apanhando 3 pneumonias.

E assim se passou uma bela manhã de domingo a fazer recordar os velhos tempos do nosso saudoso Rally de Portugal… quem sabe um dia ele volta cá para cima.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

QUENTES E BOAS

Domingo 30/10/2011

Confirmaram-se as previsões… fomos à castanha.
Domingo amanheceu um dia fantástico, excelente para a prática do BTT.
O destino já tinha sido traçado na semana anterior, ia-mos visitar o “nosso” castanheiro a Água D’alte.



Às 08.00 lá saímos do Intermarché, eu, o Marcos, o Virgílio e o Nuno (óptica), não esperámos para além da hora porque estava frio e precisávamos de pedalar. Assim sendo decidimos subir à Selada D’Eiras por alcatrão, pelo caminho ainda metemos mais um companheiro, o Zé (presidente).

Até à Selada D’Eiras foi um tirinho, +/- 1 hora a subir, nada melhor para aquecer, upa upa.





Como mandam as leis da física, tudo o que sobe tem de descer.
Assim foi, descemos… o Zé queria ver uns caminhos para a maratona de 2012 e… o resultado foram as minhas perninhas todas ensanguentadas, uma verdadeira desgraça.
Temos de lá voltar com a roçadora…




Num abrir e fechar de olhos estávamos na Mata, onde fizemos uma paragem estratégica para deixar passar um rebanho de cabras (algumas parecidas com a que tinha apanhado no dia anterior…) e para restabelecer forças. E agora?








Agora vamos até a Teixeira. Ainda andámos a inventar, mas não deu em nada. Por esta altura já o amigo Virgílio se começava a impacientar.
Paramos logo a seguir à Mata para apanhar umas castanhitas (dar inicio às hostilidades) e o Virgílio seguiu, já só o apanhámos na Teixeira, quase…

É precisamente nesta localidade que se abre uma das páginas mais interessantes desta nossa volta domingueira, isto porquê?
Porque já estávamos quase a sair da povoação quando o Zé diz “olha o meu tio”… e o tio do Zé diz “querem beber um copo?”, as bicicletas quase que se encostaram sozinhas… deixo as imagens falar por si.










A jeropiga era boa, mas a coisa ia correndo mal. Então note-se, no sábado carreguei a carroça, em resultado disso dormi muito mal, ou quase nada, pego na bike logo cedinho e precisamente na altura em que tenho o meu organismo já quase “desindrominado” volto a “indrominá-lo”.
CA R E D O… o primeiro cálice do identificado néctar quando caiu no meu estômago parecia uma bomba, com o segundo vieram os suores frios, foi nesta altura que eu pensei que ia vomitar, o problema era a adega que era pequenita e eu estava no meio, como raio é que eu ia sair dali a correr… bom, respira fundo, come uma fatia de presunto e bebe mais um cálice. É precisamente nesta altura que a caldeira levanta de novo fervura… estava safo… ufa.

Mais umas fatias de presunto, pão… jeropiga e, "merenda comida companhia desfeita". Fica aqui um grande abraço de agradecimento ao tio do Zé.
Volta para a estrada que as castanhas estão à nossa espera. E lá estavam elas…



Saco cheio era hora de voltar para casa, restavam eu, o Marcos e o Nuno. O Virgílio, não é adepto da castanha (é mais da jeropiga), e logo no primeiro castanheiro disse qualquer coisa sobre a jeropiga lhe estar a prender as pernas e nunca mais o vimos. O Zé disse que ia apanhar castanhas mais acima e… nunca mais o vimos.

O regresso a casa foi feito em modo expresso que já se fazia tarde, resta agora comer a bela da castanha. 


Até à próxima… vamos aos míscaros.

PASSEIO DO SARZEDO

Domingo 23-10-2011

Este domingo tivemos um registo diferente…

O encontro foi no sítio habitual às 08:30, ainda não mudou a hora mas nós já mudamos para o horário de inverno. Este domingo éramos menos, parte do pessoal foi a Santarém ver as novas tendências para a próxima estação.

Reunido o pessoal rumámos ao Sarzedo. Este domingo tínhamos passeio/maratona organizado pelos amigos do Casal do Sarzedo.

Chegados, feitos os habituais cumprimentos, trocar 2 dedos de conversa e por volta das 09:30 estávamos a sair para o passeio.


Voltita agradável até à Zona Industrial por caminhos já conhecidos, meia dúzia de subidas outras tantas descidas e estávamos no local de partida para o reforço.
É aqui que o Marcos me pergunta “sabes no que estou a pensar?”, ao que eu respondo “ir-mos fazer o single track do Mont’Alto”.

Perfeita sintonia de pensamento, vamos para o Mont’Alto, acabamos o passeio do Sarzedo noutra altura, seja como for também não íamos almoçar…

Meia hora depois, mais coisa menos coisa, eu, o Marcos, o Rui X, o Rui (Kavalão) e o Nuno da óptica, estávamos no alto do Mont’alto, passe a expressão.




Passados poucos minutos já estávamos cá em baixo, com aquela sensação de “e se voltássemos a subir?”… mas não, já se estava a fazer tarde. Ficou, no entanto a ideia de incluir este single track no fim, ou meio, ou início de todas as voltas.

No próximo domingo, se o tempo deixar, vamos à castanha, lá para os lados de Água D’Alte. Até lá.